Justiça decide nesta sexta 20, se cunhado de Ana Hickmann vai a Júri Popular por matar suposto fã que tentou matar apresentadora

A Justiça mineira decide, nesta sexta-feira (20/10), se Gustavo Henrique Bello Correa, cunhado de Ana Hickmann, irá a júri popular pela morte de Rodrigo Augusto de Pádua, 30 anos, suposto fã que tentou matar a apresentadora de TV em maio do ano passado em um hotel no Bairro Belvedere, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.
Segundo o Fórum Lafayette, a audiência de instrução deve começar entre 8h e 8h30 no 2º Tribunal do Júri. O réu deve ser interrogado e testemunhas também vão prestar depoimento. Ao final, o juiz decidirá se Correa vai a júri popular ou se o processo seguirá para uma vara criminal comum.
A denúncia foi em sentido oposto ao que a Polícia Civil apontou em investigação. O delegado  Flávio Grossi, responsável pelo caso, pediu o arquivamento do inquérito alegando que ele teria agido em legítima defesa. Pádua foi morto com três tiros na nuca, depois de lutar com Correa.
Na denúncia, o promotor do Tribunal do Júri do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, Francisco de Assis Santiago, aponta que Correa, ao iniciar embate corporal com Pádua, agiu em legítima defesa, mas excedeu essa condição e praticou homicídio doloso. A principal prova disso, para a Promotoria, são os três tiros dados na nuca do suposto fã da apresentadora. O agressor chegou ao quarto depois de render Correa e o obrigar a levá-lo até o quarto de Ana Hickmann, que estava com uma assistente. Os três foram mantidos sob a mira de um revólver.
Em abril deste ano, Gustavo, sua defesa e peritos participaram de uma reconstituição do crime no hotel da capital mineira. A solicitação foi aceita pelo  Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) em janeiro. Em julho, a Justiça determinou o prosseguimento do processo.

Irmão do marido da apresentadora, Gustavo Correa responde pelo crime de homicídio doloso

Ana Hickmann lamentou o julgamento do cunhado, Gustavo Correa, processado por homicídio doloso, depois de atirar em Rodrigo Augusto de Pádua, que atentou contra a apresentadora em um hotel em Belo Horizonte, em maio de 2016, e acabou baleado. Segundo ela, o empresário foi tão vítima quanto ela ao protegê-la e matar, em legítima defesa. A audiência de instrução acontece na próxima sexta-feira (20), em Minas Gerais. “Não existem palavras ou sentimentos que traduzem a falta de paz que estamos sentindo. Uma situação nunca sonhada hoje, atormenta nosso coração há muito tempo. Estou viva, graças a coragem e defesa do meu cunhado, que amanhã senta no banco dos réus, o que é uma grande injustiça”, escreveu em seu perfil no Instagram nesta quinta-feira (19

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